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sábado, 6 de maio de 2017

Policial Militar - Profissão de Alto Risco - “A morte ronda o nosso serviço”.

Dizia um experiente e antigo Coronel da PMERJ – Comandante do Centro de Formação de Soldados da PMERJ, na década de 80, já falecido: 





“A morte ronda o nosso serviço”.   
  



Cumprir e fazer cumprir a lei é dever, parâmetro de atuação de um agente público voltado a servir e a viver incondicionalmente em prol da população (24 horas/ dia).                                                                                                                                                  
Da Polícia Militar se exige ação rápida nos atendimentos de emergência e até nos que não são emergenciais. Urbanidade e presteza com a população ordeira.

O leitor deve estar pensando: mas, e o policial desviado, aquele que pratica crime? 

Ora, creia, ele não é um policial! É, sim, um marginal atuando como se fosse um policial. A ele, a lei (como punição). Sua atuação contrária ao ensino ministrado enquanto aluno em formação, será o arcabouço da sua traição (da máxima de que “polícia é polícia e bandido é bandido” - lados opostos e perigosos que não se deve transpor). 

Talvez seja uma das mais danosas deslealdades de um ser humano: “representar o que não é” (fingir). Aumentar o risco de morte de policiais que por vocação, por uma causa, voluntariamente, escolheram a nobre profissão de servir e proteger.  

Penso que nisso muitos concordam: em quaisquer profissões existem pessoas com personalidade deformada. Gente que optou por seguir na contramão da honestidade, do correto e do incorruptível. Não poupam nem mesmo os familiares. 

Na PMERJ, cedo ou tarde são flagrados e desligados da Corporação (demitidos, excluídos ou licenciados), após o devido processo legal e o exercício do contraditório e da ampla defesa (princípios constitucionais).

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